REGÊNCIA DE ALGUNS VERBOS
Pagar
Tdi (o objeto direto é sempre coisa, e o indireto é pessoa) :
"Ele pagou a dívida aos credores."
"Ele pagou o imposto."
Ele pagou ao governo."
Observação:
A voz passiva é aceitável: ''A dívida foi paga."
"Os credores foram pagos."
"O imposto foi pago."

Pedir
Tdi (alguma coisa a alguém):
"Ela pediu um presente ao pai."
"Eu pedi a todos que não faltassem."
Observações:
Devemos evitar o uso da preposição "para":
"Eu pedi a todos para que não faltassem."

A norma culta só admite pedir para quando há idéia subentendida de "licença" ou "permissão":
"O aluno pediu para sair da sala" (= pediu licença para sair).
"Eu pedi para falar" (= pedi permissão para falar).

Perdoar
Tdi (o objeto direto é sempre coisa, e o indireto é pessoa) :
"Ele perdoou as dívidas aos seus devedores."
"Eu perdoei os seus erros."
"Eu perdoei aos meus inimigos."

Observações:
A voz passiva é aceitável:
''As dívidas foram perdoadas."
"Os inimigos foram perdoados."

Alguns autores aceitam "pessoa” como objeto direto:
"Ele havia perdoado os inimigos."

Perguntar
Tdi - "Perguntei a idade ao garoto."
Observação:
É aceitável o uso da. preposição "por":
"Ele perguntou pelo garoto."
"perguntaram por ela a mim."

Precisar
Td = "ser preciso, indicar com exatidão, determinar”:
"Ele precisou a hora e o local do encontro."

Ti (precisar de) = "necessitar":
"Ele não precisava de dinheiro."
Observação:
A preposição de pode ser omitida quando o objeto é oracional:
"Preciso (de) que todos me ajudem."

Preferir
Tdi (alguma coisa a outra) :
"Prefiro cinema a teatro. "
"O carioca prefere ir à praia a trabalhar."
Observação:
É inaceitável o uso de "do que":
"Prefiro ir à praia do que trabalhar."

Proceder
Ti (proceder a) = "processar, realizar, concretizar":
"Mandou proceder ao recolhimento dos títulos"
"O juiz procederá ao julgamento."

Ti (proceder de) = "originar-se, derivar":
"Os produtos procedem da Alemanha."

I = "ter validade, ser verdadeiro, ser legítimo":
"Este argumento não procede."

Proibir
Tdi (alguma coisa a alguém ou alguém de alguma coisa) :
"Proibiu aos empregados que fumassem no local de trabalho"
ou "Proibiu os funcionários de fumar no local de trabalho" .

Puxar
Td - "O pai puxou a sua orelha."
Ti (puxar a) = "ter semelhança":
"O filho puxou ao pai."
Ti (puxar de) = "mancar":
''A criança puxava de uma perna."

Queixar-se
(... de alguma coisa a alguém):
"Queixava-se do chefe ao diretor."

Querer
Td = "desejar":
''A criança quer bolinhas de gude."
"Queremos todos os gerentes aqui."
Ti (querer a) = "amar, estimar, querer bem":
"Queremos bem aos nossos gerentes."
''A criança queria muito ao pai."

Reparar
Td = "consertar":
"Ele precisa reparar os erros cometidos."
Ti (reparar em) = observar :
"Todos repararam no vestido que ela usava."

Respeitar
Td - "Devemos respeitar as leis."

Responder
Td = "dar respostas grosseiras":
"Filho educado não responde os pais."
Td (objeto direto para exprimir a resposta):
"Ele não responderia isso."
"Ele respondeu qualquer coisa."
Ti (responder a) = "dar resposta”:
"Ele respondeu aos participantes do curso."
"Você deve responder ao questionário em trinta minutos."
Observação:
A voz passiva é aceitável:
"O questionário foi respondido rapidamente."

Servir
Td = "prestar serviço, oferecer":
"Ela ainda não serviu o almoço."
Ti (servir a) = "ser útil, convir":
"Esse contrato não serve à nossa empresa."
"Esse homem não serve a uma mulher como você."

Simpatizar
Ti (simpatizar com):
"Não simpatizei com eles.';

Usar

Td - "Não devemos usar essas máquinas."
Observação:
É aceitável o uso da preposição "de":
"Sempre usou (de) meios ilícitos."

Vencer
Td - "O Vasco acabou vencendo o Flamengo."

Ver
Td - "Ele viu o jogo."

Visar
Td = "assinar, rubricar, pôr o visto"
ou "apontar, mirar:”
"Já visei o cheque."
"O diretor já visou todos os documentos."
"O atleta visou o alvo e atirou."
Ti (visar a) = "almejar, desejar muito, aspirar a”:
"Muitos políticos visavam ao cargo."
"Suas idéias visavam ao bem-estar dos empregados."
Observações:
Muitos autores aceitam o verbo visar (= aspirar) como transitivo indireto ou transitivo direto:
"Muitos políticos visavam o cargo."

Seguido de infinitivo, podemos omitir a preposição:
"Muitos políticos visam (a) chegar ao poder."


Fonte:www.resenhas.com

  Regências de  Alguns Verbos

Uso das PREPOSIÇÓES - Casos especiais:
A nível ou em nível?
O certo é em nível.
"O problema só será resolvido em nível federal."
"Tudo deve ser resolvido em alto nível"
Observação:
A expressão" a nível de" é um modismo a ser evitado.

Dele ou de ele?
- Dele corresponde a um pronome possessivo:
"O problema dele é não ouvir os outros."
- Dele também pode ser a combinação da preposição de com o pronome pessoal oblíquo tônico
ele, na função de objeto indireto:
"Eu gosto muito dele."

- De ele é a preposição de e o pronome pessoal
reto ele. Só pode ser usado quando ele for sujeito de uma oração reduzida de infinitivo:
"Cheguei antes de ele sair" (= de que ele saísse).
"Apesar de ele ter confirmado, prefiro aguardar um pouco mais."
O segredo é o verbo no infinitivo.
Só podemos usar de ele quando houver o verbo no infinitivo:
"Está na hora de ele chegar."
Observação:
Essa regra não é rígida. Muitos autores aceitam a contração da preposição com o pronome como uma variante lingüística:
"Cheguei antes dele sair."
"Está na hora dele chegar."

Sem dúvida, é assim que a maioria dos brasileiros fala.
Em textos formais, no entanto, é preferível o uso da preposição separada do pronome.
Essa regra também se aplica em outros casos:
- preposição + artigo:
"Ocorreu horas depois de o candidato ter comemorado a vitória."
"Isso acontecerá na hipótese de os bancos reduzirem os juros."
- preposição + pronome demonstrativo:
"Assinou contrato, apesar de esses padrões não garantirem uma margem de segurança."

Dormir ao ou no volante?
"Dormir ao volante" é perigoso, mas com a preposição correta.
Pior é "dormir no volante". É tragédia na certa.

Ficar ao ou no sol?
"Ficar no sol" é um pouco difícil e ninguém agüentaria o calor!
O certo é que "nós ficamos ao sol",
assim como "ficamos ao vento, ao relento...".

Entrar de ou em férias?
Tanto faz. É um caso facultativo.
Você pode "entrar de férias ou em férias",
"ficar de férias ou em férias",
"sair de férias ou em férias".

Ficar de ou em pé?
Tanto faz. É outro caso facultativo.

Ganhar e perder de ou por?
Empatar em ou por?
O correto é ganhar, perder ou empatar por.
Um time vence o outro pelo placar de...
No caso de empatar, é aceitável a preposição em:
"Flamengo e Vasco empataram por ou em..."

Junto a ou junto de?
Tanto faz.
Junto a significa "perto de":
"O depósito fica junto à estrada" (ou "junto da estrada") .
''A mesa está junto à estante" (ou "junto da estante").
Observação:
É freqüente o uso de junto a substituindo as preposições com ou em:
"O problema só será resolvido junto à gerência";
"Conseguimos um empréstimo junto ao Banco Mundial".
É preferível: "O problema só será resolvido com a gerência";
"Conseguimos um empréstimo no Banco Mundial".

Para com ou por?
Devemos evitar: "Devemos ter respeito para com o adversário."
É preferível: "Devemos ter respeito pelo adversário."

Por entre e por sobre?
Devemos evitar: "Passou a bola por entre as pernas do zagueiro."
"Há muitas nuvens por sobre o autódromo."
Devemos usar: "Passou a bola entre as pernas do zagueiro. "
"Há muitas nuvens sobre o autódromo."
Devemos evitar: "Chutou a bola por sobre a trave."
Podemos usar: "Chutou a bola sobre a trave ou por cima da trave."


Omissão da preposição.
- Caso facultativo - antes da conjunção integrante que:
"Certifique-se que ou de que não existe uma causa psicossomática para o seu fracasso."
"Não há suspeitas que ou de que ele tenha cometido o crime."
- Preposição desnecessária:
"Nós éramos em seis." Basta: "Nós éramos seis."
"Estavam em quatro à mesa." Basta: "Estavam quatro à mesa."
"Ficamos em cinco na sala." Basta: "Ficamos cinco na sala."
''As vendas caíram em 50%." Basta: ''As vendas caíram 50%."
Outra situação em que a preposição é desnecessária:
''A previsão é de que haverá chuvas fortes em todo o estado."
Basta: ''A previsão é que haverá chuvas fortes em todo o estado."
 :
"Existe a previsão de que haverá chuvas fortes em todo o estado."
"Houve a tendência de que..."
"Comenta-se a possibilidade de que..."

Tem de ou tem quê?
Por ser um caso de preposição, deveríamos usar tem de.
Hoje em dia, porém, o uso de tem que está consagrado.
As duas formas são aceitáveis.
Podemos dizer que "Ele tem de resolver o problemá'
ou "Ele tem que resolver o problema”.
Em textos mais formais, a preferência é tem de.

Torcer para ou por?
O certo é "torcer por".
"Eu torço pelo Internacional."

TV a cores ou em cores?
O mais adequado é "TV em cores". Você já viu "TV a preto e branco"?
Se a TV é "em preto e branco", também deve ser "em cores".

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